O diretor de Ori and the Blind Forest e Ori and the Will of the Wisps desmentiu os rumores sobre um terceiro jogo da série que estaria em desenvolvimento em um novo estúdio, sob encomenda da Microsoft.
Nos últimos dias, circulou a informação sobre um possível Ori 3, que estaria em desenvolvimento por um novo estúdio parceiro da Microsoft, enquanto o titular Moon Studios segue ocupado com o RPG de ação No Rest for the Wicked. O boato lançado pelo bem informado NateTheHate não entrava em detalhes, mas a ideia de um Ori 3 parecia factível, visto que os dois jogos da série fizeram sucesso, alcançando 15 milhões de cópias vendidas.
Pelo X, o CEO do Moon Studios, Thomas Mahler, rapidamente refutou o vazamento: “Posso confirmar que os rumores em torno de Ori 3 são completamente infundados. No entanto, almocei com [o compositor] Gareth [Coker] há algum tempo, quando ele estava gravando a trilha sonora de No Rest for the Wicked em Viena (vocês vão adorar!), e até ele me perguntou se estaríamos dispostos a desenvolver outro. Ele disse que era a hora”.
Mahler já havia declarado, em 2024, que tinha “ideias” para Ori 3 e, em 2025, disse que a Microsoft o havia procurado diretamente para desenvolver a conclusão da trilogia. Naquela época, ele insistiu que era inconcebível que a franquia fosse cedida a outro estúdio, por questões de continuidade e qualidade.
Em outra postagem, Mahler alfinetou novamente sua antiga parceira Xbox: “Acho que, depois de investir bilhões na 343 [Studios] para gerenciar Halo sem conseguir recapturar a magia dos primeiros tempos, a Microsoft deve ter aprendido a lição: bons talentos precisam trabalhar nessas franquias, caso contrário, o resultado é decepcionante. Internamente, estamos considerando recomprar a licença de [Ori]. Duvido que outro estúdio consiga fazer algo com ela, então faria sentido que retornasse para a Moon! Veremos se a Xbox estará receptiva a essa pressão nos próximos anos”.
Por enquanto, a Moon Studios está focada na versão 1.0 de No Rest for the Wicked, com lançamento previsto para outubro, após dois anos em acesso antecipado.