A Nintendo acenou para a possibilidade de investir em mais remakes, após experiências bem sucedidas com Star Fox e The Legend of Zelda: Ocarina of Time este ano.
Nate Bihldorff, vice-presidente sênior de desenvolvimento de produtos e publicação da empresa, falou sobre o assunto em entrevista à Polygon, concedida a Giovanni Colantonio no evento de lançamento do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, realizado na loja da Nintendo em Nova York.
“Acredito que jogos novos e remakes têm, ambos, um lugar no catálogo da Nintendo, com igual importância, para ser honesto”, disse Bihldorff. O executivo também falou da satisfação de revisitar jogos especiais como Ocarina of Time e lembrou que, para quem nunca jogou o original, o remake funciona como uma experiência totalmente nova de 2026.
O remake de Ocarina of Time chegou ao Switch 2 na quinta-feira (5) e foi aclamado nas primeiras análises. É o segundo grande remake da Nintendo no ano, depois de Star Fox, lançado em junho.
Na conversa, Bihldorff comentou a expectativa em torno do anúncio de Ocarina of Time, diante do fervor dos fãs, e disse que as equipes de desenvolvimento ficaram mais empolgadas do que nervosas com o peso de refazer um clássico. Ele também demonstrou confiança no fluxo de lançamentos do Switch 2, usando Donkey Kong Bananza como exemplo, e indicou que novidades inéditas virão.
Em outra entrevista à Polygon, no mesmo dia, o produtor Hidemaro Fujibayashi afirmou que o hardware do Switch 2 permite fazer em Ocarina of Time coisas que a tecnologia de meados dos anos 1990 não comportava. Sobre o desenvolvimento do remake, Aonuma pediu pontos de teleporte, mas depois mandou tirar todos.